25.11.09

Paul, beije-me!

James Dean brinca com Paul Newman durante os testes para Vidas Amargas e pede que o ator o beije:

Ramon Novarro: a trágica morte de um Latin Lover

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Ramon, mexicano, chegou aos Estados Unidos aos 17 anos, e trabalhou como garçon, enquanto se aventurava como figurante, sonhando um dia estrear finalmente como um grande Star.

Conheceu Rex Ingram:

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Ingram, ator e diretor, responsável por clássicos como “Os 4 cavaleiros do Apocalipse” (com Rodolfo Valentino) e “O Prisioneiro de Zenda” (Com Lewis Stone), se agradou do jovem Ramon.  Ele sugeriu que o novato trocasse seu sobrenome de Samaniegos para Novarro. Nascia Ramon Novarro.

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Rodolfo Valentino ainda brilhava absoluto. Foi preciso esperar a morte do grande amante para que Ramon finalmente tomasse (ou tentasse) o lugar dele no coração das moçoilas. Vieram sucessos como Ben-Hur, Scaramouche e Mata Hari, este ao lado da estonteante Greta Garbo:

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O público nem de longe suspeitava de sua homossexualidade. Até a nossa Carmen Miranda, ao conhece-lo pessoalmente ficou espantada com os trejeitos do então homem fatal. Não era fácil, pois Ramon era extremamente católico.

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Até que o cinema ganhou voz, e muitos atores foram dispensados. Ramon não foi um deles. Seguiu em musicais. Mas por pouco tempo. Chegou a se negar a casar-se por aparências, em uma Hollywood preconceituosa (e um público idem). Sua carreira foi rareando, até que sumiu completamente da mídia.

 

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Sua morte o trouxe de volta aos tablóides. Levou Tom e Paul Ferguson, 17 e 22 anos, para sua casa. Eles o asfixiaram e depois cortaram seu pescoço barbaramente, levando a quantia ínfima de 20 dólares. Os advogados de defesa dos irmãos ainda argumentaram que Novarro era o verdadeiro culpado de sua morte (oi?), pois procurara por isso. Segundo o advogado, ele andara durante mais de 40 anos procurando por isto. Puro preconceito.

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Um final triste e covarde.

Vestidinhos de Audrey Hepburn que estavam em leilão

 

24.11.09

A pedidos, Robert Taylor

 

Robert gostava das artes desde cedo. Treinava violino em sua casa, e seguia o pai, um médico, por onde ia. O garoto cresceu, e como cresceu. Tornou-se um belo rapaz de 1.80 de altura, olhos azuis e cabelos negros. Claro que chamava a atenção de todos.

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Decidiu seguir os passos do pai, e também ser médico. Sua mãe queria que ele enveredasse na vida artística. E sabe como é mãe, ele se convenceu. Era popular entre as garotas, e logo entrou para um curso de teatro. Lá foi visto por um caça talentos da MGM, que lhe ofereceu um teste. Terminados os estudos, ele procurou o tal homem e conseguiu um contrato de 7 anos no estúdio.

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Trocou seu nome para Robert Taylor (o seu nome verdadeiro era Spangler Arlington Brugh) e começou a trabalhar em filmes menores, até que conseguiu o tão almejado sucesso com “Melodia da Broadway de 1936”, “O Cruzado Misterioso” e “Cadetes do Ar”. Trabalhou ao lado das maiores estrelas: Janet Gaynor, Loretta Young, Barbara Stanwyck, Joan Crawford, Jean Harlow, Myrna Loy, Greta Garbo:

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Ele conheceu Barbara Stanwyck, quando filmavam “A mulher do meu irmão”.

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Ela, casada. Ele, solteiro. Mesmo assim os dois iniciaram um romance que culminou em um casamento de 12 anos. Terminou quando ele viajou para a Europa e iniciou um caso com uma italiana.

Dentre os romances que teve pós-divórcio, esta o com Eleanor Parker:

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Pois é, mas ele se casaria novamente com Ursula Thiess, com quem esteve até morrer de câncer no pulmão, aos 57 anos. Ela chegou a deixar os filhos de lado, para cuidar dele durante os cinco anos de sofrimento da doença.

 

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Foram 25 anos de contrato com a MGM.

79 filmes.

1 Globo de Ouro.

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Filmes de destaque:

A Dama das Camélias (1936), Três camaradas (1938), A ponte de Waterloo (1940), Caravana de Mulheres ('1951), Quo Vadis (1951), Ivanhóe (1952).

A pedidos, Jennifer Jones

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Phylis Lee Isley, mais conhecida como Jennifer Jones, nasceu em Oklahoma e seguiu para Hollywood para tentar a sorte como atriz.

Lá passou em alguns testes e atuou em filmes sem importância. Em 1939, casou-se pela primeira vez, com Robert Walker. O casamento durou de 1939 a 1943:

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Mas logo chamou a atenção de David O. Selzinick. Os dois começaram um romance, e após a separação de Walker, Jennifer casou-se com Selznick.

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Selznick conseguiu para ela alguns trabalhos no teatro, mas o que ela queria mesmo era brilhar nas telas. Foi o que aconteceu quando ele a indicou para um teste de um filme que se chamaria “A Canção de Bernardette”. Passou.

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Este se tornaria um de seus papéis de maior sucesso. Recebeu um Oscar. Viriam outros papéis de destaque em “Desde que Partisse”, “Apenas um coração solitário”, “Um amor a cada vida”, “Suplicio de uma saudade” e “Duelo Ao sol”.

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Após enviuvar de Selznick, Jennifer ainda casaria-se mais uma vez, agora com Norton Simon, um milionário. Também enviuvou dele.

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Jennifer teve três filhos. Fez 27 filmes. Concorreu a 4 Oscars e ganhou 1.

Atualmente a atriz, já aposentada, vive no sul da Califórnia, em companhia de seu filho, raramente aparece em público ou concede entrevistas.

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22.11.09

Adorável Pecadora - Let's Make Love, 1960

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linda!

15.11.09

Montgomery Clift, tragédia e suicídio

 

O controvertido Montgomery Clift era um dos rostos mais lindos que Hollywood conheceu. Atuou em vários filmes memoráveis, e sua vida passou a ser remexida por causa dos boatos (verdadeiros) de que era homossexual.

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Elizabeth Taylor era uma de suas maiores amigas, e estava ao seu lado quando, em 1956, durante as filmagens de “A árvore da vida”, sofreu um acidente que resultou nisto:

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Liz chamou os médicos e Montgomery jamais conseguiu se recuperar totalmente.Em tese, isto:

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Se tornou isto:

 

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O rosto, perfeito, agora era coberto de cicatrizes. Os dentes foram perdidos. Dores na mandíbula forçavam-no a aumentar cada vez mais os remédios. Viciou-se. As esperanças também, e logo Mont entregou-se às bebidas e drogas e a autodestruição, num suicídio lento e perene. Morreu aos 45 anos. Sozinho em seu apartamento. Prefiro lembrar dele assim:

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Baby snooks

Sabe, devia ser um espetáculo assistir a um show de Ziegfeld Follies. Mulheres bonitas, glamour, coreografias elaboradas, e visuais como este:

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Até que chegou Fanny Brice:

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E deu um fôlego novo à coisa que já tinha ficado tão suntuosa que parecia não ter mais para onde ir. Funny foi retratada na biografia (não tão biografia assim) “Funny Lady” e “Funny Girl”, interpretada por Barbra Streisant. Mas quem foi a verdadeira Fanny?

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Fania Borach, judia, nascida em Nova York e filha de donos de um Salloon, deixou a escola para trabalhar em um teatro e logo foi descoberta por Florenz Ziegfeld, que levou-a a trabalhar em seus elaborados espetáculos. A associação foi tão boa que durou mais de vinte anos. Casou-se ainda jovem e teve dois filhos. Seu marido teve problemas com a justiça e foi preso. Ao sair, o casal se divorciou, após Fanny gastar rios de dinheiro para tira-lo da cadeia. Casaria-se mais duas vezes. Enfim.

Vidas à parte, o maior sucesso de Fanny foi mesmo ter criado a “baby snooks” em um programa de rádio, e se tornou seu maior sucesso. Foi vestida assim que apareceu no filme, ao lado de uma jovencita Judy Garland cantando “Why? Because!” em “Everybody sing” (1938). Procurei o trecho, que é fofíssimo, mas infelizmente só encontrei uma foto e música, mas dá para vocês terem uma casquinha de como é a cena:

 

Fanny se apresentava com o figurino da bebê snooks em seu programa de rádio. Morreu aos 59 anos de um ataque cardíaco. Eternizou-se.

 

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Eric Stoltz

Se você for como eu, provavelmente não conhece esse ator aí da foto:

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Não?

E esse:

 

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Eric Stoltz interpretou Rocky, no drama “Marcas do Destino”, em que fazia um garoto que nasce com uma deformação, e todos pensam que ele usa uma máscara. Doce,terno, difícil não se apaixonar pelo Rocky. Ele até encontra uma namoradinha, e conta com a ajuda de sua mãe, feita por Cher. Era um filme que batia ponto na Sessão da tarde. Filmaço

14.11.09

Os loucos anos 20

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